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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Jeep mostra seis ‘novos’ modelos


Em conjunto com a Mopar, divisão de peças e acessórios do grupo Chrysler, a Jeep apresentou seis veículos preparados para participar do “safári de Páscoa”, evento fora de estrada da Jeep realizado em Moab, Estado de Utah, nos EUA. Organizado há 46 anos, o evento começou dia 31 do mês passado e segue até domingo de Páscoa (8).

Entre os modelos “especiais” está uma versão do Wrangler equipada com motor V8 Hemi de 6,4 litros e 470 cv. Essa preparação, que inclui novas rodas, guincho e outros equipamentos, será vendida nos EUA pela Mopar. Também há versões especiais do Grand Cherokee e dois conceitos.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Quando um Jeep e uma Ram se misturam nasce um... monstro?


O pessoal da MBRP Performance Exhaust de Ontário, Canadá conhece todos os segredos por trás de carros parrudos e lustrosos. Seu mais novo projeto? Uma picape Jeep estendida com quatro portas e movida a diesel.


Duas picapes doaram suas vidas para que o Rattle Trap pudesse nascer: uma Dodge Ram 2500 e seu motor seis cilindros diesel Cummins e um Jeep Wrangler quatro portas, que foi estendido em 43 centímetros e recebeu uma caçamba. Resumindo a história, fizeram a base, espremeram o diesel e agora só falta o acabamento.
fonte: Jalopnik

quarta-feira, 2 de março de 2011

Jipes nascidos para guerra completam décadas de existência em 2011


O ano de 2011 parece estar sendo marcado por jubileus de automóveis. Depois que os esportivos Jaguar E-Type e AC Cobra completaram 50 anos (veja aqui), agora é a vez de dois veículos off-road comemorarem décadas de existência. E, ao contrário do que aconteceu com os cinqüentões de origem britânica, dessa vez os aniversariantes são bem conhecidos pelos brasileiros, uma vez que ambos foram produzidos por muito tempo em solo nacional.

O aniversariante mais velho é o Jeep, que completa 70 anos em 2011. A história do modelo está intimamente ligada à Segunda Guerra Mundial. Em 1941, quando os Estados Unidos já tinham entrado conflito, o exército norte-americano anunciou aos fabricantes de automóveis que precisava de um veículo 4×4 com capacidade para transportar três soldados e uma metralhadora, resultando em uma carga útil de 300 quilos. Willys-Overland, Ford e a pequena Bantam disputaram a preferência dos militares, mas o projeto da primeira foi o escolhido.

Surgia assim o veículo que seria batizado de GP, abreviação das palavras General Purpose, que em português significam algo como “utilização geral”, e que ficou famoso nos campos de batalha graças à resistência e ao bom desempenho em terrenos difíceis. Em 1945, ao fim da Guerra, o veículo passou a se chamar Jeep, palavra que soava como a sigla, pronunciada em inglês, e começou a ser vendido para a população civil. Depois de muitas alterações, a produção nos EUA foi encerrada somente em 1986, com mais de 370 mil unidades fabricadas, e o Wrangler ocupou seu lugar.

O Jeep começou a ser montado no Brasil em 1954, mas com componentes importados, em um regime hoje denominado CKD. O modelo nacional de fato, com mais de 50% das peças fabricadas no país, data de 1957. Em 1968, a Willys do Brasil foi comprada pela Ford, mas a produção só foi encerrada muito tempo depois, em 1983.


O Toyota Land Cruiser é um pouco mais jovem, mas também está atingindo uma idade expressiva em 2011: 60 anos. Coincidência ou não, o modelo foi outro que teve relação com os campos de batalha. Na década de 1950, os Estados Unidos se envolveram na Guerra da Coréia, e procuraram um fabricante asiático capaz de entregar rapidamente um lote de veículos com características parecidas às dos Willys-Overland. A Toyota então apresentou o modelo BJ, que compartilhava vários componentes com os caminhões da marca. Por isso, sua capacidade de carga superava a do similar americano.

Em 1953, o veículo foi batizado definitivamente de Land Cruiser, e a partir daí, conquistou sucesso comercial não apenas em sua terra natal, mas nos cinco continentes do planeta. O nome é mantido até hoje, mas as semelhanças do modelo atual com o primogênito não vão muito além disso.
O Land Cruiser começou a ser montado no Brasil em 1958, em regime CKD, e já em 1959 era nacionalizado. A fabricação local veio acompanhada de um novo nome, que estava em sintonia com a atmosfera local: Bandeirante. Ao longo das décadas seguintes, o veículo passou por diversas alterações, mas nenhuma modificou significativamente o projeto original. A Toyota também disponibilizou outras opções de carroceria, entre as quais destacaram-se as picapes, que foram muito utilizadas por empresas e particulares em trabalhos pesados. Em 2001, modelo despedia-se do mercado, com um total de 103.750 unidades produzidas no país.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Jeeps e Rams modificados ao extremo pela Mopar


A divisão Mopar da Chrysler ficou totalmente selvagem ao elaborar seus novos projetos para o 44º Jeep Safari de páscoa. Há um quarteto de Wranglers, o incrível conceito Nukizer, o Powerwagon e o veloz Ram Runner. Nenhum deles teve produção anunciada, mas felizmente, você pode construir a maioria deles com peças da Mopar e da AEV. É bom saber que alguém na Chrysler ainda quer fazer carros legais.

A elevada Ram Powerwagon tem 3048mm de entreeixos, soleiras personalizadas, faróis modificados, estribos e reforço estrutural. A suspensão foi levantada em 100 mm e agora usa pneus de 40 polegadas. E também parece contente em andar de lado.

O Wrangler Immortal ganhou um upgrade realmente legal – eixo portal com reduzida. O sistema foi projetado para trabalhar com os eixos Pro Rock e Power Wagon da Mopar, que proporcionam um aumento de 127 mm no vão livre e reduzida de 1,5. Para mover esse monstro há um HEMI 5.7 com kit de conversão AEV atuando através de uma caixa de transferência 4:1 para uma reduzida de até 100:1. Não há a necessidade de um controle de declives nesse garotão.

Já vimos o Jeep Nukizer 715 anteriormente, mas ainda estamos babando no teclado. Ele nasceu de um chassi Jeep J8 sob uma carroceria modificada do jipe militar M-715 e uma caçamba AEV Brute. Depois cobre tudo com uma capota de lona. Nós queremos um. Precisamos de um. Chrysler, faça mais desses!

O Wrangler Trail Boss é basicamente um Rubicon onde jogaram todo o catálogo de peças da Mopar e da AEV. Tem as meias-portas, suspensão levantada 75 mm, rodas bead lock, para-choques e capota AEV e um guincho Warn.

A Ford F150 SVT Raptor parece ter mexido no mercado quando se trata de picapes prontas para corridas no deserto. A Toyota já fala em uma versão de alto desempenho da Tundra e aqui está a Chrysler com sua Ram Runner. É mais ou menos como equipar uma picape esportiva comum com uma suspensão elevada, para-lamas alargados de fibra de vidro e todo o aparato para voar pelo mato.

O Wrangler General foi feito para escalar rochas. Tem a suspensão elevada em 115 mm, rodas bead lock, para-lamas planos, estribos e proteção de chassi e um kit de meias-portas para que você possa se esticar para fora e ver o posicionamento da roda.

O Jeep Wrangler J7 é basicamente a versão civilizada do jipe militar J8. Era um Wrangler Unlimited e teve seu acabamento arrancado, inclusive carpete e rádio. A suspensão é 50 mm mais elevada e um para-choque sólido foi instalado e equipado com ganchos de helicóptero. Esse J8 pode ser construído por qualquer pessoa com alguma dedicação.
Fonte: Jalopnik

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A História da marca Jeep


Lama e asfalto. Árvores e edifícios. Poluição e ar puro. Aclives e declives. Assim são compostos os “habitats” naturais da marca JEEP, inventora da categoria de automóveis Off Road (conhecidos como Fora de Estrada), sendo sinônimo de durabilidade, força e potência. Tanto em terrenos naturais como em urbanos, seus automóveis dão um verdadeiro show de maleabilidade, resistência e desempenho, atendendo as necessidades dos mais exigentes motoristas.

A história
Sua saga começou no final da década de 30, quando as hostilidades começaram a esquentar na Europa Ocidental. No verão de 1940, o exército americano tinha a necessidade de um veículo de uso geral que substituísse as tradicionais motos com side car usadas por mensageiros, que deveria ser leve, manobrável, robusto, confiável e extremamente ágil, com capacidade de superar terrenos difíceis e obstáculos, e espaço para transportar homens e armamentos. O pedido feito para 135 fabricantes estipulava um prazo de entrega de um protótipo deste veículo em somente 49 dias e um total de 75 dias para a entrega de 70 veículos. As especificações originais do governo eram as seguintes: veículo com tração 4x4 em aço estampado de fácil fabricação; capacidade para três passageiros e metralhadora (modelo .30); peso máximo de 600 quilos (depois alterado para 625 quilos); carga útil de no mínimo 300 quilos; potência do motor de no mínimo 40 hp; velocidade máxima de no mínimo 80 km/h; entre outras características. Foi então que apenas três empresas aceitaram o desafio. A Ford, a Bantam e a Willys-Overland, trabalharam intensamente até que cada uma tivesse produzido 1.500 modelos para testes de campo. Em última análise, foi o modelo da Willys-Overland, batizado de QUAD, que ganhou a aprovação (especialmente pelo baixo preço de apenas US$ 738.74), com umas poucas melhorias adaptadas dos modelos apresentados pela Ford e Bantam, esta última cujo modelo teria sido aprovado pelo exército americano em primeira instância.

Assim, depois de muita polêmica, o JEEP começou sua jornada oficialmente no dia 23 de julho de 1941, quando a Willys-Overland, situada na cidade de Toledo, estado americano de Ohio, conseguiu um contrato com o exército norte-americano com um pedido inicial de 16.000 veículos para produzir o Willys MB durante a Segunda Guerra Mundial. O primeiro modelo possuía grade dianteira feita com barras de aço soldadas, que mais pareciam uma grelha. Estes modelos ficaram conhecidos como “Slatt Grill” e foram fabricados 25.808 veículos, restando aproximadamente 200 unidades nos dias atuais.

Não demorou muito para o veículo conquistar as tropas no campo de batalha. O famoso correspondente Ernie Pyle disse: “Eu não acho que poderíamos continuar na guerra sem o JEEP. Ele faz tudo. É como um cão fiel, tão forte como uma mula, e ágil como um cabrito. Ele carrega duas vezes mais carga do que foi projetado e vai embora”. O veículo era usado por todos os militares americanos e grandes números foram também enviados às Forças Aliadas do Canadá, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia. O JEEP era tão versátil que novos usos para o veículo e suas várias partes estavam sempre sendo encontrados. O veículo serviu em todos os teatros da Segunda Guerra Mundial, atuando como suporte de metralhadoras, veículo de reconhecimento, carro de resgate, veículo da frente de batalha, transportador de munição, distribuidor de arame farpado e até táxi. Os veículos carregavam os feridos em segurança e transportavam canhões anti-tanques 37 mm para as áreas de tiro. O testemunho deste sucesso pode ser atestado pelo fato que durante o período da guerra, mais de 600.000 veículos foram produzidos.

Com o fim do conflito, a empresa começou a desenvolver uma versão para aplicação civil, que pudesse ser utilizado por famílias e principalmente na aérea da agricultura. Foi então que em agosto de 1945 a primeira versão civil, batizado de CJ2A (Civilian Jeep) foi lançada no mercado americano ao preço de US$ 1.090. Os anúncios de lançamento proclamavam: “Uma usina de força sobre rodas”. A versão civil possuía uma porta traseira, estepe montado lateralmente, faróis maiores, limpador de pára-brisas automático, tampa do tanque de combustível externas e outros detalhes não disponíveis em seus antecessores militares. Nesta época, a Willys requisitou o registro do nome JEEP como marca. Em 1949, foi lançado o modelo CJ3A, similar ao CJ2A, mas com uma transmissão e caixa de transferência mais robusta. Os proprietários da Willys-Overland já diziam, naquela época, “que o JEEP do futuro estará em constante evolução e continuará a evoluir à medida que sejam encontradas novas utilizações para ele”. Isso vem sendo comprovado, ao longo dos anos até hoje. Em abril de 1953, a Willys-Overland foi vendida para a Kaiser Motors por US$ 60 milhões. Dois anos mais tarde, a nova proprietária introduziu no mercado o modelo CJ-5, que possui o design de JEEP mais conhecido por todos, que seria produzido até a década de 80. Melhorias constantes no motor, eixos, transmissões e conforto de assento, fizeram o CJ5 um veículo ideal para o público em geral.

Em 1970, depois de duas décadas de crescimento e expansão internacional, a JEEP foi comprada pela American Motors Corporation. A primeira decisão foi dividir e separar a produção civil e militar, o que provou ser uma decisão correta, pois, os veículos 4x4 se tornaram mais popular no mercado civil. Em 1978, a produção total estava em 600 veículos por dia, mais de três vezes o que tinha sido alcançado no começo da década. Somente em 1987 a montadora foi adquirida pela Chrysler Corporation. Desde então JEEP se tornou mais conhecido e respeitado dentro do mercado de veículos utilitários esportivos. Enquanto cada vez mais fabricantes acrescentam novos modelos de utilitários esportivos (conhecidos em inglês pela sigla SUV – Sport Utility Vehicle) à sua linha de produtos, a JEEP ainda se destaca como a única marca americana que está produzindo veículos esportivos com tração nas quatro rodas por sete décadas. A grave crise econômica que assolou o mundo recentemente foi devastadora para a marca. Sua proprietária Chrysler, à beira da falência acabou sendo assumida pelo Grupo Fiat e as vendas de seu principal veículo, o JEEP GRAND CHEROKEE, no mercado americano, que em 1999 atingiu mais de 300 unidades, despencaram para pouco mais de 50.000 em 2009

A linha do tempo
1953
● Lançamento do JEEP CJ-3B, primeiro modelo com mudanças notáveis na carroceria de seu antecessor militar, incluindo um capo e grade dianteira mais altos para acomodar o novo motor de 4 cilindros Hurricane F-Head, mais robusto que seu antecessor o popular “Go Devil”. Permaneceu em produção até 1968, e um total de 155.494 unidades foram fabricadas nos Estados Unidos.
1962
● Lançamento do JEEP WAGONEER, provavelmente o veículo mais revolucionário e o antecessor de todos os modelos da categoria. O modelo tinha o primeiro motor de 6 cilindros, além de outras inovações como a primeira caixa de velocidade automática em um veículo de tração 4x4 e a suspensão dianteira independente. O veículo foi considerado o primeiro Utility-Wagon do mundo.
1963
● Lançamento do JEEP GLADIATOR, picape construída com base na mesma plataforma do Wagoneer, tendo inclusive a mesma frente e motor. Estava disponível em uma larga gama de versões, com diferentes tipos de área de carga e tração nas duas ou quatro rodas.
1966
● Lançamento do JEEP SUPER WAGONEER, um modelo que associava requinte e elegância à tradicional polivalência dos veículos JEEP.
1967
● Lançamento do JEEPSTER COMMANDO, primeiro veículo pequeno 4x4 com transmissão automática.
1978
● Lançamento do JEEP WAGONEER LIMITED, que introduziu um novo conceito de luxo no segmento 4x4, trazendo equipamentos como banco de couro, ar-condicionado e rádio estéreo AM/FM.
1984
● Lançamento do JEEP CHEROKEE CHIEF, veículo que começou a moderna revolução dos utilitários esportivos no mundo, continuando a tradição JEEP de robustez e capacidade off road. Oferecia dois sistemas 4x4: Command Trac ou Selec Trac. A concorrência demorou seis anos para alcançar essa tecnologia. Foi o modelo de maior sucesso comercial da marca, fora dos Estados Unidos, e nomeado o melhor “Four Wheeler” do Ano, pela renomada revista “Four Wheel”.
1985
● Lançamento do JEEP COMANCHE, uma nova geração de picape com o DNA da marca.
1987
● Lançamento do JEEP WRAGLER, um descendente direto do JEEP “original”, e possuía uma linhagem muito rica que é única na marca - há muito imitada, nunca igualada. Ligeiramente menor, os faróis retangulares proporcionavam um visual mais moderno ao novo veículo. O modelo se tornou um ícone da marca JEEP, mantendo sua popularidade com uma imagem jovial de alegria e liberdade.
1993
● Lançamento do JEEP GRAND CHEROKEE, apresentado quando o presidente da Chrysler, Bob Lutz, atravessou uma janela de vidro dirigindo o novo automóvel na Feira Automotiva de Detroit. Estava apresentando outro ícone revolucionário da marca americana. O veículo foi um sucesso mundial e conquistou dezenas de prêmios, inclusive o de “Veículo do Ano” pela revista Motor Trend. O modelo inovou ao modernizar o legendário Sistema Quadra-Trac 4X4 e os tipos de acessórios que redefiniram o conceito de luxo no mercado de utilitários esportivos.
2002
● Lançamento do JEEP GRAND CHEROKEE OVERLAND, versão mais luxuosa da Grand Cherokee. Além dos detalhes cromados ao longo da carroceria, com destaque para rodas de aro 18”, essa versão apresentava molduras dos vidros, frisos laterais e capa dos retrovisores, oferecendo requintes internos de acabamento. O nome Overland é uma homenagem à antiga montadora Willys-Overland.
● Lançamento do JEEP LIBERTY, uma versão da CHEROKEE SPORT para o mercado americano.
2004
● Lançamento do JEEP WRANGLER UNLIMITED, versão alongada do tradicional modelo, com mais 52 cm de comprimento do que o original. Dois anos mais tarde foi introduzida a versão quatro portas com o slogan “A new species from Jeep Brand”.
2006
● Lançamento do JEEP COMPASS, primeiro utilitário esportivo compacto da marca JEEP. Com a mesma plataforma do Dodge Caliber, o novo modelo apresentava uma imagem a meio caminho entre um carro e um jipe.
● Lançamento do JEEP COMMANDER, um clássico em estilo e primeiro veículo da marca a oferecer três fileiras de assentos com espaço para sete passageiros.
2007
● Lançamento do JEEP PATRIOT, utilitário esportivo compacto que proporciona liberdade, utilidade e tecnologia JEEP 4x4. É uma moderna interpretação do clássico estilo da marca, combinando o equipamento e a flexibilidade interior de um SUV (Sport Utility Vehicle) com o desempenho, economia de combustível e preço de um carro do segmento C.

O nome
Muitos crêem que a palavra JEEP deriva das iniciais GP, abreviatura de General Propose, veículos utilitários para realização de qualquer função. Isto poruqe, as letras G e P pronunciadas em inglês soam como “gipi”. Outros ainda afirmam que o termo Jeep era utilizado pelos mecânicos do exército para designar qualquer novo veículo motorizado recebido para testes. O nome JEEP foi trazido ao público por Katherine Hillyer no jornal Washington Daily News no dia 16 de março de 1941. Foi durante uma demonstração na qual, no final, alguém da platéia perguntou a Irvin Hausmann, piloto de teste da Willys, como ele chamava aquele veículo e ele respondeu: “It’s a Jeep" (É um Jeep). Até então esses veículos eram chamados por outros nomes como Bug, Blitz Buggy, Puddle Jumper, Peep ou Quad. O nome na verdade foi inspirado no personagem de histórias em quadrinhos chamado “Eugene the Jeep”, criado em 1936 pelo cartunista E. C. Segar para fazer companhia ao Popeye. O veículo possuía características semelhantes as do personagem. A ligação entre o nome JEEP e 4x4 é creditada ao próprio Hausmann, que escolheu o nome para o seu veículo em 1940 durante testes para o exército americano.

Campanhas que fizeram história
O Wrangler, lançado em 1987, é o ícone da marca JEEP, mantendo sua popularidade com uma imagem jovial de alegria e liberdade. Um descendente direto do JEEP “original”, ele possui uma linhagem muito rica que é única na marca - há muito imitado, nunca igualado. E para o lançamento da nova linha 2007 na New York Auto Show, a agência BBDO de Detroit criou uma gigantesca campanha onde o modelo, totalmente remodelado e na novíssima versão quatro portas, chamada Wrangler Unlimited, foi catalogado como uma nova espécie de inseto. Através de uma impecável direção de arte a imagem do novo Wrangler se funde com o conceito de uma nova espécie para dar vida ao inseto “four-dooricus rockcrawlerus”. Os anúncios impressos e pôsteres imitavam insetos mortos catalogados contendo o slogan “A new species from Jeep Brand” (“Uma nova espécie da marca Jeep”). Clique nas imagens abaixo para ampliar.

Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Lançamento: 23 de julho de 1941
● Criador: Willys-Overland
● Sede mundial: Auburn Hills, Michigan
● Proprietário da marca: Chrysler Group LLC
● Capital aberto: Não
● Chairman: Robert Kidder
● CEO: Michael Manley
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Modelos: 6
● Vendas globais: 497.000 (2009)
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Segmento: Automobilístico
● Principais produtos: Veículos utilitários esportivos
● Ícones: A grade frontal dos veículos
● Slogan: Have fun out there.
● Website: www.jeep.com

A marca no mundo
Hoje, os veículos JEEP são vendidos em mais de 100 países, e desde o lançamento do JEEP CHEROKEE em 1984, mais de 7 milhões de veículos deste modelo foram vendidos mundialmente. Em 2009, a JEEP vendeu globalmente aproximadamente 497 mil veículos.
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